Observar o mundo como uma exposição de arte

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“E ainda há as pessoas essencialmente visuais (grupo no qual me incluo), que observam o mundo como uma exposição de arte, uma festa para os olhos. Esse grupo se diverte e se ocupa só olhando: coisas, pessoas, lugares, tudo. Alimentam-se de ver.”
  Esse trecho é do livro O design do designer da Ligia Fascioni (já indicado em um post anterior aqui) que de forma clara e não menos objetiva define meu olhar, e talvez o seu. É uma questão de treino, é necessário alimentar esse desejo de ver não simplesmente coisas mais sim arte, seja no que for. Não é preciso visitar uma grande metrópole para se maravilhar com belas e apaixonantes paisagens urbanas.
Sou capixaba, então Vitória é minha galeria de arte. Sempre que passo por determinado ponto me deparo com algo novo que não havia notado antes, e isso começou após iniciar o curso de Arquitetura.
Essa vista é do Convento da Penha, onde se pode vislumbrar Vitória e Vila Velha.
 

 

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